quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Lixos Tecnologicos - Proteja o Ambiente

  
 
Você sabia que na fabricação de produtos eletroeletrônicos são usados muitos materiais tóxicos que causam riscos à saúde e podem poluir o meio ambiente? 
Quando digo produtos eletroeletrônicos, estou falando do computador, do celular, do DVD, da televisão, do monitor, do microondas, da máquina fotográfica, das baterias e pilhas, do MP3 player, do aparelho de som, do rádio, além de muitos outros.   Quem não tem pelo menos um desses equipamentos em casa?
 
 
Pois é, uma grande quantidade de materiais não biodegradáveis, ou seja, materiais que o meio ambiente sozinho não consegue absorver sem sofrer danos, é utilizada na fabricação desses aparelhos. Em geral, esses eletroeletrônicos são compostos por plásticos e metais como o mercúrio, chumbo, cádmio, manganês, níquel, entre outros. Muitos desses componentes são metais pesados e tóxicos, que podem causar sérios riscos à saúde. O visor do celular, por exemplo, contém mercúrio, na soldagem de computadores é utilizado o chumbo, e tanto o mercúrio como o chumbo causam danos à saúde e prejudicam o meio ambiente. 
No caso do computador, por exemplo, os problemas gerados para o meio ambiente já começam desde sua produção, através do beneficiamento do silício, continuam durante o uso e podem terminar com o descarte inapropriado desse equipamento, que, muitas vezes, acontece quanto ele ainda possui condições de uso.
O silício é a segunda substância mais comum na terra, perdendo apenas para o oxigênio. É um semicondutor natural bastante utilizado na indústria eletrônica, tanto na construção de placas e circuitos como na de “chips”. Entretanto, a sua industrialização é muito poluente, pois se estima que no beneficiamento de um quilo desse material são produzidos cinco quilos de e-lixo.
Muitas indústrias utilizam também, na produção desses equipamentos, solventes e gases tóxicos, que ajudam a elevar mais ainda os índices de poluição. Essas substâncias, quando utilizadas na produção de um “chip” de 72 gramas, por exemplo, podem poluir 32 litros de água limpa e, em geral, os resíduos da produção são armazenados em tanques subterrâneos que podem apresentar vazamentos e contaminar toda a região. Um exemplo de gás tóxico utilizado é o CFC (clorofluorcarbono), responsável pela destruição da camada de ozônio e por contribuir para o aquecimento global. 
 
Além disso, não só a fabricação da tecnologia pode trazer malefícios, como também sua utilização. Seis minutos falando ao celular, por exemplo, pode provocar dor-de-cabeça. A utilização de celulares por crianças também não é recomendado, pois poderá causar má formação cerebral. A radiação emitida pelo computador e alguns tipos de carbono utilizados nos cartuchos de impressoras podem ser cancerígenos. A radiação eletromagnética dos monitores, quando utilizados por tempo prolongado, pode causar fadiga cerebral e até câncer. Veja este vídeo com algumas explicações.
Contudo, o maior problema vem com a destinação final desses equipamentos. Pois, esses aparelhos geralmente são descartados como lixo comum, causando muitos riscos ao meio ambiente e à população. Se forem encaminhados aos aterros sanitários, por exemplo, podem contaminar o solo e a água com metais pesados, se forem incinerados podem contaminar a atmosfera.
Se ligue, pois os problemas ambientais e os riscos à saúde, em caso de manipulação e descarte inadequados desses equipamentos são diversos e variam em níveis de gravidade. Com relação aos riscos à saúde, nós, consumidores finais, muitas vezes nem sabemos dos riscos que corremos, pois, os produtos geralmente não costumam vir com informações desse tipo. Com relação aos problemas ambientais, a lista é extensa e muito complexa, poluição do ar, contaminação do solo e da água são alguns exemplos. Portanto, muito cuidado ao utilizar esses produtos.
Fonte: Conteudo retirado do site http://www.ondacultural.ufba.br. (Fotos proprias)

Os 10 jardins mais lindos do mundo

Os 10 jardins mais lindos do mundo

Versalhes, França 
 
Os 101 hectares são recheados de caminhos que conduzem à flores e plantas bem alinhadas, com cantos decorados e estatuária clássica, além de lindos lagos ornamentais.
 Singapore Botanic Garden

 
Considerado um dos mais bonitos jardins botânicos do mundo, o jardim botanico de singapura foi criado em 1859. Possui uma variedade de 60.000 orquídeas.
Descanso Garden Califórnia

 
A apenas 20 minutos de carro de Los Angeles, é possível encontrar um paraíso bucólico, com mais de 100.000 plantas e uma das maiores coleções de camélias do mundo. Os jardins e bosques se desdobram em mais de 65 hectares de San Rafael Hills.
Butchart Gardens, British Columbia, Canadá

 
O Butchart Gardens é um exemplo fascinante de um projeto de recuperação ocupando um espaço de uma antiga pedreira, hoje conta com mais de 700 diferentes plantas que florescem de março a outubro.
Villa D’Este, Itália
 
O Villa D ‘Este é embelezado por fascinantes chafarizes. Tem a Avenida das Cem Fontes, onde estátuas de cabeças de animais, lírios, um pequeno barco, bacias, e outros jorram água de maneira magnífica.
Dumbarton Oaks, Washington, D.C

 
É como entrar numa tela de pintura, em meio a árvores impressionantes e um verde intenso. Esta maravilha no extremo norte de Georgetown, torna o bairro de Washington um dos mais agradáveis.
Villa Ephrussi de Rothschild, França
 
Construido no início de 1900, pela baronesa Béatrice Ephrussi, Conta com inumeros caminhos que  serpenteiam através dos sete jardins temáticos, com caminhos de lírios, fontes dançantes e uma replica do tempo do amor o Trianon de Versalhes.
Stourhead Warminster, Inglaterra
  
Stourhead foi feito para os nobres ingleses do século 18, sendo um grandioso exemplo do fascínio que o passado representa, com suas magnificas replicas do Panteão e o Templo de Apolo.

The Master-of-Nets Garden, China
 
Este belo jardim no sudeste da China, chamado Wangshiyuan em chinês, foi criado durante a dinastia Song (960-1270 dC). O arranjo dos pavilhões, salas de música, bosques de bambu, nos revela uma harmonia natural. A seção central é um pequeno mundo dentro de si mesmo, com pilhas de pedras amarelas formando “montanhas”,  cavernas, pontes em arco e lagos.


Sans Souci Potsdam, Alemanha

 
Frederico o Grande da Prússia construiu o esplêndido palácio e seu lindo jardim para ser sua casa de verão. Bustos de imperadores romanos, estátuas decorativas, e uma casa de chá chinês fazem parte deste esplendido jardim.

Os 10 lugares mais bonitos do planeta

Grand Canyon-Um desfiladeiro íngreme até o rio Colorado, Arizona, nos Estados Unidos.É uma das paisagens mais bonitas da terra. São 277 milhas de comprimento, 4 a 18 milhas de largura e cerca de um quilômetro de profundidade.O Grand Canyon National Park é considerado um dos primeiros parques nacionais nos Estados Unidos e atrai mais de cinco milhões de visitantes por ano .

A Grande Barreira de Corais- Uma das maravilhas naturais do mundo, a Grande Barreira de Corais, na costa leste da Austrália é o maior recife de coral do mundo.Ele é considerado Patrimônio Mundial e Nacional.Com mais de 600 ilhas e recifes de coral, a aréa cobre mais de 300.000 quilômetros quadrados.
Corais formam os recifes de várias ilhotas e são responsáveis por uma enorme variedade de vida marinha nos recifes, incluindo tartarugas verdes, diversas variedades de baleias e golfinhos, peixe-boi, cerca de 4.000 tipos de molusco, 1500 espécies diferentes de peixes, bem como belos pássaros coloridos , 200 espécies.

Cape Town- Mais conhecido como “céu na terra”, esta bela cidade na ponta do continente Africano,tem pequenas estradas rodeadas por enormes montanhas.
Isso faz com que  faz  uma pessoa se sinta uma f0rmiga, bem pequeninha diante da  natureza tão  maravilhosa.

Taj Mahal- Fica na India e é uma das maiores maravilhas do mundo e um dos mausoléus mais bonitos do mundo.Foi construido pelo imperador  Mughal .

Canadian Rockies- As majestosas montanhas ficam no Canadá e são um segmento das Montanhas Rochosas Americanas.

Machu Picchu- Fica no Peru, significa “Old Peak”, é um dos locais mais enigmáticos do mundo antigo.
Segundo a lenda, Machu Picchu foi há muito tempo considerada um lugar sagrado.O crédito para a criação da cidade extraordinária vai para o povo Inca, que ergueu muitas estruturas de pedra e transformou o lugar em uma obra de arte.
Piramides do Egito-O s egípcios começaram a construí-las depois de 2700 AC e foram construídas para servirem de túmulos para os Faraós.Levaram  23 anos para serem  concluídas ,  cerca de 30.000 pessoas participaram da construção.


Petra- Descrita pela UNESCO como “uma das propriedades mais preciosas culturais do patrimônio do homem.Petra é um sítio arqueológico na encosta do monte Hor, na Jordânia.É uma das novas maravilhas do mundo.


Grande Muralha da China- É uma das sete maravilhas do mundo.Foi construída ao longo de dois mil anos atrás e levou cerca de 100 anos para ser concluída.A vastidão do projeto traz à tona a imensa capacidade do homem.

Cataratas do Iguaçu- é considerada como uma das  mais belas cachoeiras do mundo.Elas estão localizadas na fronteira da Argentina, Brasil e Paraguai.O lado  brasileiro é conhecido por suas vistas panorâmicas e esplendor.

As 10 aves mais belas do mundo

Todos reconhecem os pássaros a partir destas imagens. Eles têm penas, asas e duas patas. Menos exclusivamente, eles têm uma espinha dorsal, são de sangue quente, e poem ovos. Alguns pássaros podem voar. A seguir as fotos das 10 mais belas aves que ja foram fotografadas.


Aves Pavão
10 - Peacock

Pássaros Rei Fischer
9 - King Fisher

Crimson rosella
8 - Blue Parrot

Pássaros dez aves guindaste
7 - Pássaro guindaste coroado africano

Puffin pouco
6 - Puffin ou Lundi

Pássaros azuis Boobie footed
5 - Boobie footed blue

Pássaros Gurney Pitta
4 - Gurney Pitta


Pássaros dez Flamingo
3 - Flamingo

Parrot pássaros
2 - Papagaio

Quetzal National Bird of Guatemala
1 - Quetzal

10 Animais Extintos

Vamos ver agora a lamentavelmente lista de pelo menos 10 animais já extintos

 Nos últimos 40 anos, as espécies oficialmente extintas já somam 784. Outras 65 só sobrevivem em cativeiro. Mais da metade dos répteis poderia extinguir-se, e a Lista Vermelha elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza determinou em 2006 que 16.119 das 40.177 espécies avaliadas no mundo devem ser consideradas em perigo.
 
Golfinho do Rio Chinês (Lipotes vexillifer)

Uma das espécies extintas mais recentemente. Bastante parecido com o boto da amazônia, esta variedade de golfinhos emigrou desde o Oceano Pacifico para o rio Yangtzé há uns 20 milhões de anos. Calcula-se que na época da dinastia "Han Erya" tinha umas cinco mil espécimes no rio.
Em 1979 a China declarou-o em perigo de extinção, e em 1983 decretou-se que sua caça era ilegal. Em 1986 a população total estimada era de 300 indivíduos, e em 1990, 200. Seu número seguiu decrescendo rapidamente, sobretudo com a construção da Represa das Três Gargantas, que alterou de maneira irrecuperável o hábitat do golfinho. Em 1998 só conseguiram encontrar 7 exemplares, e os cientistas especularam em levá-los para um lago próximo para depois trazê-los de volta ao rio quando suas chances de sobrevivência fossem maiores. Mas uma expedição que percorreu o rio de extremo a extremo em 2006 não conseguiu ncontrar nem um destes golfinhos, pelo qual já é considerado oficialmente extinto.


Tigre da Tasmânia (Thylacinus cynocephalus)


Este mamífero, também conhecido como lobo da Tasmânia, talacino, lobo marsupial ou Tigre da Tasmânia era um carnívoro marsupial nativo da Austrália. O último exemplar capturado vivo foi vendido ao Hobart Zôo da Tasmânia em 1933 e morreu em 1936. Recém então o Governo da Tasmânia havia declarado o "espécie protegida", mas já era muito tarde.
O tilacino era muito parecido com os canídeos de outros continentes, apesar de não ser aparentado com nenhum deles. Era um carnívoro adaptado à captura de presas de tamanho pequeno ou médio. Tinha um corpo estilizado, patas finas e rabo igualmente delgado. Sua pelagem era curta com riscas negras ou marrons na parte traseira, daí o nome de tigre. As mandíbulas podiam abrir-se até extremos assombrosos, quase como as de um réptil, e era dotado de 46 dentes.

Antes da chegada dos colonos ingleses e dos dingos, o tilacino não tinha concorrência, mas não pôde fazer frente ao novo competidor. Os ataques aos rebanhos de ovelhas fez com que os pastores e o próprio governo colonial os considerasse pragas necessárias de extermínio. E conseguiram antes da primeira metade do século XX.


Quagga (Equus quagga quagga)


Esta espécie de zebra extinguiu-se completamente na África do Sul aproximadamente em 1870. Tinha uma pelagem parda (sem riscas) no lombo nos traseiros, e de riscas negras na cara, pescoço, costados e crinas, como têm as demais zebras. O ventre e as patas eram inteiramente brancos. Semelhante pelagem fez com que em 1788 fosse classificada como uma raça a parte.

Os quaggas viviam em manadas no sudeste da África do Sul. Seu nome procede da língua dos Khoi e é basicamente uma adaptação do ruído característico emitido pelo animal.
Os quaggas foram caçados pelos primeiros colonos holandeses, para aproveitar sua carne e pele. Em meados do século XIX foram mortos milhares de exemplares como parte de um plano de extermínio de animais selvagens. Esta política tinha como objetivo aproveitar as terras onde pastavam os quaggas para alimentar gado doméstico. A população destes animais decresceu rapidamente, e em 12 de agosto de 1883 morreu o último quagga que vivia em cativeiro no zôo de Amsterdã.
Seu DNA, estutado  no Smithsonian provou que o quagga era uma subespécie da zebra de planície, que se definiu como raça entre 120 e 290 mil anos atrás. Hoje só resta uma fotografia deste animal, tirada em 1870 no zôo de Londres.



Urso do Atlas (Ursus arctos crowtheri)

O urso do Atlas era uma subespécie de urso pardo. Habitava na cordilheira do Atlas, desde a Tunísia até o Marrocos. Trata-se do único urso que habitou a África em épocas recentes, onde chegou do Oriente no Pleistoceno.
Tinha um tamanho muito menor que outros ursos pardos. Sua pelagem era escura, praticamente negra, no dorso e cinza nas patas e nas costas. Alguns textos romanos mencionam como "abundantes" na cordilheira do Atlas, uma região que nessa época estava coberta por bosques de pinheiros. Inclusive pode ser visto representado em mosaicos romanos dessa época, e possivelmente tenha sido usado nos espetáculos do circo romano.

A caça e a destruição de seu hábitat natural praticamente já tinham exterminado com a espécie quando foi estudado cientificamente pela primeira vez. Em 1830, o rei de Marrocos tinha um exemplar em cativeiro, e o último relatório de um avistagem de um destes ursos foi em 1867, próximo a Edough, na fronteira entre o Marrocos e Argélia. Não viveram para serem fotografados.



Leão do Cabo (Panthera leo melanochaitus)

Este leão de 250 quilos de peso era o maior daqueles em território sul-africano. Vivia na zona das planícies herbáceas do Karoo, ao sudoeste da África do Sul. Com freqüência culpam os colonizadores holandeses (os "bóers") por sua extinção , mas sabe-se que os verdadeiros responsáveis  por seu extermínio foram os ingleses. No início do século XIX começaram a caçá-lo indiscriminadamente, em parte por esporte e em parte como represália a seus ataques ao gado. Após muitos esforços e bala, conseguiram exterminá-lo em meados da década de 1860.

Os machos maiores pesavam até 250 quilos e as fêmeas, 180 quilos de peso. Os machos tinham uma densa melena negra que se prolongava parcialmente pelo ventre. Estes leões não eram muito abundantes pelo que não formavam grandes grupos, senão que levavam uma vida solitária como predadores oportunistas. Quando conheceram os animais domésticos, presas fáceis, chegaram ao extremo de escalar as paliçadas dos assentamentos europeus. O Castelo de Boa Esperança foi construído precisamente para evitar seus ataques. O último leão do Cabo morreu em mãos de um tal general Bisset, numa caça promovida no natal de 1865. Hoje só podem ser vistos empalhados em museus.


Codorna da Nova Zelândia (Coturnix novaezelandiae)

Conhecida como Koreke em língua maorí, era uma ave que deveria figurar no livro dos recordes. Foram precisos apenas 40 anso para exterminá-la. O primeiro espécime foi capturado em 1827, e os últimos exemplares foram caçados entre 1867 e 1868. Fisicamente, macho e fêmea eram similares em aspecto, ainda que o tamanho da fêmea era menor. O primeiro cientista em descrevê-la foi Joseph Banks, que visitou as ilhas na primeira viagem de Cook. Acredita-se que abundava em 1865. A extinção foi fruto da introdução de animais forasteiros por britânicos: ratos, porcos, etc. Por suposto, os colonos também colaboraram bastante com a caça devido a sua saborosa carne.



Alca gigante (Pinguinus impennis)



Foi a espécie maior das alcas, até que foi extinto em 1844. Conhecido como "alca imperial", "grande pingüim" ou simplesmente "pingüim".

Foi muito abundante na época romana ao longo da costa do Oceano Atlântico, desde a Flórida até a Groenlândia, incluindo Islândia, Escandinávia, as Ilhas Britânicas, Europa Ocidental e Marrocos. Também podia ser encontrado em todo o Mar Báltico e ao oeste do Mar Mediterrâneo.
Os exemplares adultos mediam ao redor de um metro de altura, e sua plumagem era negra nas costas, pescoço e cabeça. Ao lado destacavam duas manchas brancas, o que lhe conferiu o nome o nome: pen gwyn que significa precisamente "cabeça branca" em gaélico. As patas eram escuras e palmeadas. Seu bico, que utilizava para caçar debaixo d'água, era muito robusto. O traço mais distintivo destas aves era sua incapacidade para voar e sua adaptação ao mergulho.
Justamente sua incapacidade de voar, e o saboroso de seus ovos significou seu fim: vítimas da caça indiscriminada, no final do século XVI o alca gigante já tinha desaparecido da Europa continental e na América do Norte só abundava ao norte de Nova York. Em 1758 era um animal sumamente raro e em 1800 só podia se visto na Islândia.
Quando dois barcos atracaram na Islândia em 1808 e 1813, na época do ano em que punham seus ovos, foi selada a sua sorte. O último casal vivo destes animais foi visto em 2 de junho de 1844.


Tigre persa (Panthera tigris virgata)


O tigre persa era também conhecido como "tigre do Cáspio"”. Habitava a região compreendida pela península de Anatólia, o Cáucaso, o Kurdistão, norte do Iraque e Irã, Afeganistão e grande parte da Ásia Central (até a Mongólia). Esta subespécie de tigre era uma das maiores, só era menor que o tigre siberiano e o de bengala.
Sua pelagem era amarela ou dourada, com zonas brancas nas costas e cara. As riscas tinham uma cor marrom e no inverno a pelafgem da cabeça crescia para ajudar a suportar o frio das montanhas asiáticas. Isto lhe proporcionava uma característica de "barba” na zona das bochechas.
Os machos pesavam entre 169 e 240 kg, com 2.65 a 2.95 metros de tamanho. Nas fortes patas estavam as garras excepcionalmente longas, maiores que as de qualquer outro tigre.
Com o progressivo aumento da população humana, o tigre reduziu sua área de ocupação. Quando os czares da Rússia ocuparam as terras fronteiriças da Ásia Central e do Cáucaso, ordenaram ao exército para exterminá-lo. A desflorestação produzida pelos colonos encarregou-se dos poucos que sobreviveram ao extermínio. O último avistamento foi no Tadjikistão em 1961.


Pika sarda (Prolagus sardus)


Este estranho animal, um tipo de lebre gigante, extinguiu-se aproximadamente em 1800. Foi uma espécie nativa da ilha de Cerdenha e foi descrita por alguns autores como um "coelho gigante sem rabo". A esquisitice de sua carne custou a vida a todos os exemplares da ilha, e só sobreviveram no continente as "pika sarda" e "pika corsa”, duas subespécies.
Foram reportadas ocasionais avistamentos de pikas selvagens no interior da ilha de Cerdenha, mas nenhum pôde ser verificado. A última menção que pode se encontrar digna de ser fiel à verdade é a realizada por Cetti em 1774, que descreve as como "ratos gigantes" muito abundantes na ilha de Tavolara, vizinha à ilha de Cerdenha.

 

 
Coqui dourado (Eleutherodactylus jasperi)


O coquí é uma diminuta rã que habitava em Porto Rico. Recebeu este nome pelo chamado de duas notas que fazem os machos, que soa justamente como "co" - "quí". A fêmea do coquí punha entre vinte e cinco e quarenta ovos a cada vez, em folhas de bromélias e seus filhotes nasciam completamente formados, como adultos em miniatura. Esta forma de reprodução permitia-lhes a independência das fontes água que precisam espécies parecidas para que se desenvolvam.
O coquí dourado possuía uma característica cor amarela dourado e um pequeno tamanho de só 2 cm. Habitava principalmente na região da Serra de Cayey. Alguns naturalistas resistem-se a declarar extinta a esta espécie, mas também não se produziram avistamientos de exemplares nos últimos anos.



 
Concretamente, estão ameaçadas 12% das espécies de aves, 23% de  mamíferos, 52% de insetos, 32% de anfíbios, 51% de répteis, 25% de tubarões e 20% de raias.

       Vale a pena ressaltar que a maioria destas ONG's de defesa dos animais hoje estão no velho continente, aquele mesmo que foi matar o único urso da África, caçar por esporte o maior Leão da África do Sul, a levar os dingos (lobos) para ajudar a extinguir o lobo ba Tasmânia na Austrália e também a sair pelos mares "catando" ovos de pingüins.